Pesquisa Quantitativa


O IPR realiza pesquisas de opinião pública tipo survey e mercadológicas sobre imagem da empresa/marca, mercado imobiliário entre outros temas. Os levantamentos, municipais, regionais e estaduais, primam pela qualidade na coleta dos dados, pela fiscalização do trabalho dos pesquisadores e conferência de, pelo menos, 20% dos questionários aplicados.

A amostra dos levantamentos é confeccionada por estatístico com doutorado na área pela USP e com domínio em amostras não probabilísticas por cotas. O desenho amostral será representativo da população a ser pesquisada, o que faz com que os entrevistados sejam divididos segundo, por exemplo, critérios de sexo, faixa etária, escolaridade e situação atual de trabalho. Tais cotas são adaptáveis ao público alvo de cada levantamento.

Metodologicamente, o instituto aplica questionários em pontos de fluxo ou em domicílios baseado nos setores censitários do IBGE, a critério do cliente. Para a coleta dos dados, o IPR envia entrevistadores devidamente treinados e supervisionados e com experiência em levantamentos quantitativos.

O questionário é a peça chave da pesquisa, pois a partir dele é possível investigar as questões desejadas. O IPR apresenta um pré-questionário com perguntas fechadas e abertas (qualitativas) a ser discutido conjuntamente com o cliente. O questionário, nesse sentido, é totalmente adaptável às prioridades e necessidades do contratante.

IPR - Questionário

IPR - Pesquisa Quantitativa

Uma das preocupações centrais do IPR é a margem de erro estimada de suas pesquisas. Isso porque grandes margens de erro prejudicam uma análise dos dados com boa segurança estatística. Uma pesquisa de opinião pública com 1.000 entrevistas, por exemplo, gera uma margem de erro estimada de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

Se essa pesquisa for feita com 2.000 entrevistados, a margem de erro cai para 2 pontos percentuais, e se forem aplicados 600 questionários a margem de erro estimada sobe para 4 pontos percentuais. Se, em uma pesquisa com 600 entrevistas determinado candidato, por exemplo, tiver 50%, isso quer dizer que ele pode ter entre 46% e 54%, uma amplitude de 8 pontos devido à grande margem de erro. Quando cruzamentos são feitos o problema agrava-se.

Por exemplo, em uma pesquisa de 600 entrevistados se se analisar apenas o comportamento das mulheres, elas devem perfazer pouco mais da metade dos entrevistados, 300 pessoas. Para esse número de entrevistados, a margem de erro cresce para 6 pontos para cima ou para baixo, uma amplitude de 12 pontos. Assim, quanto maior o número de entrevistas, com maior segurança se farão as análises, inclusive dos cruzamentos de interesse dos clientes. O IPR. sugere pesquisas com, no mínimo, mil entrevistas.

As pesquisas do IPR são acompanhadas, além de um relatório com tabelas de frequências e cruzamentos, de uma Análise Estratégica. A Análise Estratégica, assinada por Denis Rosenfield, interpreta os dados da pesquisa, apontando os acertos, problemas e recomendações que podem ser tiradas do levantamento. As recomendações estratégicas suscitadas pelas informações da pesquisa são apresentadas de forma objetiva e didática aos clientes, tentando corresponder às suas necessidades e apontando estratégias de atuação na esfera pública.